06/11/2007
um cão vadio, um coração vazio...
UM CÃO VADIO, UM CORAÇÃO VAZIO
O cão vadio, sem viço, faz parte da soleira,
Bebe sem dono na lata enferrujada,
Na porta a tranca derradeira,
Perde-se em lembranças, abandonada...
Na parede surrada, empobrecida de beleza,
A velha tela conta uma história,
De quem seguindo a própria natureza,
Lutou sem coneguir vitória...
A brisa que atravessa a janela,
É a única que conhece os segredos,
Dos corredores sombrios e da velha tela,
Que nunca mostrou seus próprios medos...
Sem poder se fechar, aberta se tornou,
Um canto para o canto do cnário,
Que trinando a vida sempre retornou,
Única peça viva neste cenário...
Mas como uma peça não se faz sem protagonista,
Também, uma pagina não se escreve sozinha,
Talvez por isto o próprio corpo do artista,
Ainda esteja caído, inerte, na cozinha...
Entender que a tela ficou sem dono,
Creio ter ficado bem esclarecido,
Mas o cão, neste abandono,
Ainda espera o desaparecido,,,
Por que então o cão vadio não se lança,
em busca de outro dono, outro lar?
Será que ainda vive na esperança,
Da porta abrir-se para ele entrar?
O cão vadio, sem viço, faz parte da soleira,
Bebe sem dono na lata enferrujada,
Na porta a tranca derradeira,
Perde-se em lembranças, abandonada...
Na parede surrada, empobrecida de beleza,
A velha tela conta uma história,
De quem seguindo a própria natureza,
Lutou sem coneguir vitória...
A brisa que atravessa a janela,
É a única que conhece os segredos,
Dos corredores sombrios e da velha tela,
Que nunca mostrou seus próprios medos...
Sem poder se fechar, aberta se tornou,
Um canto para o canto do cnário,
Que trinando a vida sempre retornou,
Única peça viva neste cenário...
Mas como uma peça não se faz sem protagonista,
Também, uma pagina não se escreve sozinha,
Talvez por isto o próprio corpo do artista,
Ainda esteja caído, inerte, na cozinha...
Entender que a tela ficou sem dono,
Creio ter ficado bem esclarecido,
Mas o cão, neste abandono,
Ainda espera o desaparecido,,,
Por que então o cão vadio não se lança,
em busca de outro dono, outro lar?
Será que ainda vive na esperança,
Da porta abrir-se para ele entrar?
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