um verão enfurecido
Primavera indecisa, renitente em deixar o inverno;
Temerosa de assumir suas próprias cores,parece não querer aproximar-se do verão...
Tal amantes que se atraem e se retraem em seus amores...
A chuva mensageira emudece os pássaros;
Apenas a sabia vadia e solitáia chama,
Enquanto sacode suas penas espantando ácaros;
A prima Vera vive um dilema...
Porque o Inverno insiste em torturar a bela?
Que não resistirá sem suas flores...
Se morre, a Primavera, sumirá da tela,
A estação que desponta o encontro dos amores...
Mas o calor da transição não beira,
E o verão irriquieto se atormenta em seu inferno,
Envia uma tempestade sorrateira,
Tentando acabar com o inverno...
Mas quem se fere mortalmente é a Primavera,
Que agora agoniza no frio e na chuva...
O inverno insistiu em domina-la tal uma fera,
E o verão não quer ficar sem suas uvas...
Então subitamente a ordem é invertida,
O verão antecede a Primavera e parte para a luta,
Atacando o Inverno tirando-lhe a vida...
Encerra a estação absoluta...
Sem cura para o sofrimento e a agonia,
Morre a Primavera por carência do Inverno,
O Verão sofre pela estação vazia,
E o Outono transforma-se no calor do inferno...
O Verão arma-se com trovões ,raios e tempestade,
pra acabar definitivamente com o combate...
O Outono apenas chama os amantes e com vontade,
Parte em direção ao final do embate...
Tempestades, raios, trovões,são lançados em vão,
Na direção do outono; os amantes fogem,...
Atingido pela sua própria ira, tomba o verão,
Mas nesta batalha sem deuses ambos morrem...
O demônio então delicia-se com a vitória,
Daquilo que ele desfez,
Perde-se na glória,
Do que não fez...
Temerosa de assumir suas próprias cores,parece não querer aproximar-se do verão...
Tal amantes que se atraem e se retraem em seus amores...
A chuva mensageira emudece os pássaros;
Apenas a sabia vadia e solitáia chama,
Enquanto sacode suas penas espantando ácaros;
A prima Vera vive um dilema...
Porque o Inverno insiste em torturar a bela?
Que não resistirá sem suas flores...
Se morre, a Primavera, sumirá da tela,
A estação que desponta o encontro dos amores...
Mas o calor da transição não beira,
E o verão irriquieto se atormenta em seu inferno,
Envia uma tempestade sorrateira,
Tentando acabar com o inverno...
Mas quem se fere mortalmente é a Primavera,
Que agora agoniza no frio e na chuva...
O inverno insistiu em domina-la tal uma fera,
E o verão não quer ficar sem suas uvas...
Então subitamente a ordem é invertida,
O verão antecede a Primavera e parte para a luta,
Atacando o Inverno tirando-lhe a vida...
Encerra a estação absoluta...
Sem cura para o sofrimento e a agonia,
Morre a Primavera por carência do Inverno,
O Verão sofre pela estação vazia,
E o Outono transforma-se no calor do inferno...
O Verão arma-se com trovões ,raios e tempestade,
pra acabar definitivamente com o combate...
O Outono apenas chama os amantes e com vontade,
Parte em direção ao final do embate...
Tempestades, raios, trovões,são lançados em vão,
Na direção do outono; os amantes fogem,...
Atingido pela sua própria ira, tomba o verão,
Mas nesta batalha sem deuses ambos morrem...
O demônio então delicia-se com a vitória,
Daquilo que ele desfez,
Perde-se na glória,
Do que não fez...
Nenhum comentário:
Postar um comentário