Quando alguém decide pela carreira política, decide por
alianças, decide por participar de grupos políticos e ter entre os confrades políticos
que estejam portadores de mandato.
Quando alguém decide seguir a carreira e embrenhar-se de boa
fé usando o argumento de que modificará a seu modo o funcionamento das coisas,
decide também que aplicara a linguagem política da oferta e promessa fácil, difícil
de ser cumprida, ou seja institui a mentira como parte de sua incapacidade de
saber, ou seja ignorância.
Quando alguém levanta a bandeira de querer lutar pela
sociedade e pelos seus direitos e
justifica o fracasso político no sucesso dos adversários esta assinando a sua
incapacidade diante da sociedade de ser cidadão apenas...
Ser Cidadão, sobretudo é cobrar os seus direitos e fiscalizar,
sem ter cargo ou salário os políticos que ajudou a diplomar. O Cidadão não
precisa de cargo, nem de salário, nem de benefícios pessoais para agir. Age
pelo espírito que lhe movimenta e, a paga, é o engrandecimento de sua Alma.
Então quando alguém decide ser político, para sujar as ruas
no dia do sufrágio, subestimando a inteligência popular e, achando que os
eleitores pegarão no lixo das ruas um numero para votar, é que eles mesmos se acham lixo, assim como aqueles que
empreender esta caminhada como candidato e não tem nenhum voto. Ele é tão ruim
que nem ele mesmo tem coragem de votar nele.
Finalmente, quando alguém decide lutar por uma organização
ordeira e pacifica na tentativa de participar dos destinos da Nação, e, age
motivado pelo Amor, pela caridade, pela defesa do oprimido, é o Espirito que
brilha, diferentemente dos homens que se tornam “desespiritualizados”, quando
se tornam políticos profissionais.
A Alma dos cidadãos é o Bem mais precioso para a Nação,
porque os políticos não tem Almas, tem bolsos.
Léo s bella.
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