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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Há um momento para tudo, até para chorar...




A vida tem momentos distintos para diferentes prantos, e um pranto que não se cala é o de Mãe.
E Mãe, apesar de ser chorona, somente chora quando sente  a instabilidade rondar os passos de sua família.
Assim são as lobas, as leoas, e todas as fêmeas e as mulheres.
No entanto neste descortinar de um novo dia, existem dias que não merecem ser modificados.  Pois, por mais melancólico que seja ele faz falta como equilíbrio na vida de alguém...
Pode ser alguém que nos veja, que nos persiga, ou mesmo alguém do outro lado do caminho e que depende de nossa reflexão para se reabastecer de energias.
Energia é movimento e a vida esta em constante movimento, ainda quando estamos em repouso, tudo se movimenta dentro de nós e à nossa volta.
Esta semana, em off, eu conversava com Lea Conforti sobre a promiscuidade que ronda a vida de todas as pessoas. E, logicamente nos invade, exercendo dentro de nós uma pressão na tentativa de resistir à conceitos fúteis como por exemplo “ficar”.
Mas o que é futilidade? Futilidade é o que é dispensável, que não é necessário, nem se fará presente como elemento principal em qualquer lugar ou situação.
Então o “ficar” entre os jovens somente se prestam para alguns momentos de prazer sexual, para troca de hormônios e provocar rupturas na estrutura dói caráter.
Há quem assim não entenda... portanto minha posição não é de chocar, nem de criar ou tumultuar a relação de ninguém, mas é a posição de alguém que entende que o “ficar” é uma porta aberta para a promiscuidade.
Ser promiscuo não é somente quem fica, mas quem acoberta e mostra a situação como sendo natural. E, eu pergunto o que é natural para uma jovem de 15 anos?
Bater na prostituição, nas drogas, nas bebidas, nos vícios como sendo os vilões é fácil quero ver quem levanta uma bandeira em favor da educação e da conscientização de que a primeira vez de uma garota é mais importante do que preservar uma tartaruga marinha, ou mesmo cuidar  de um pet.
Como eu disse há um momento para tudo até para chorar. Mas este não é o momento das mães chorarem, e sim lutarem pela integridade de seus filhos exigindo das autoridades, dos professores, da imprensa, das casas de show e, até mesmo de outros pais, uma conscientização de que  o Brasil precisa de Pais e Mães e não de filhos sem famílias, criados pelas ruas e por outdoors e, por donos de botequins que apenas querem lucro...
Afinal  selvagens não são os índios que fazem rituais para que os jovens iniciem uma vida comum valorizando a tribo e os seus filhos.


Léo s bella

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