A vida tem momentos distintos para diferentes prantos, e um
pranto que não se cala é o de Mãe.
E Mãe, apesar de ser chorona, somente chora quando
sente a instabilidade rondar os passos
de sua família.
Assim são as lobas, as leoas, e todas as fêmeas e as
mulheres.
No entanto neste descortinar de um novo dia, existem dias que
não merecem ser modificados. Pois, por
mais melancólico que seja ele faz falta como equilíbrio na vida de alguém...
Pode ser alguém que nos veja, que nos persiga, ou mesmo
alguém do outro lado do caminho e que depende de nossa reflexão para se
reabastecer de energias.
Energia é movimento e a vida esta em constante movimento,
ainda quando estamos em repouso, tudo se movimenta dentro de nós e à nossa
volta.
Esta semana, em off, eu conversava com Lea Conforti sobre a
promiscuidade que ronda a vida de todas as pessoas. E, logicamente nos invade,
exercendo dentro de nós uma pressão na tentativa de resistir à conceitos fúteis
como por exemplo “ficar”.
Mas o que é futilidade? Futilidade é o que é dispensável,
que não é necessário, nem se fará presente como elemento principal em qualquer
lugar ou situação.
Então o “ficar” entre os jovens somente se prestam para
alguns momentos de prazer sexual, para troca de hormônios e provocar rupturas
na estrutura dói caráter.
Há quem assim não entenda... portanto minha posição não é de
chocar, nem de criar ou tumultuar a relação de ninguém, mas é a posição de
alguém que entende que o “ficar” é uma porta aberta para a promiscuidade.
Ser promiscuo não é somente quem fica, mas quem acoberta e
mostra a situação como sendo natural. E, eu pergunto o que é natural para uma
jovem de 15 anos?
Bater na prostituição, nas drogas, nas bebidas, nos vícios como
sendo os vilões é fácil quero ver quem levanta uma bandeira em favor da
educação e da conscientização de que a primeira vez de uma garota é mais
importante do que preservar uma tartaruga marinha, ou mesmo cuidar de um pet.
Como eu disse há um momento para tudo até para chorar. Mas
este não é o momento das mães chorarem, e sim lutarem pela integridade de seus
filhos exigindo das autoridades, dos professores, da imprensa, das casas de
show e, até mesmo de outros pais, uma conscientização de que o Brasil precisa de Pais e Mães e não de
filhos sem famílias, criados pelas ruas e por outdoors e, por donos de botequins
que apenas querem lucro...
Afinal selvagens não
são os índios que fazem rituais para que os jovens iniciem uma vida comum valorizando
a tribo e os seus filhos.
Léo s bella
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